
Deito-me na cama;
Pensando ardentemente;
Sonhando contigo;
Aí estás tu ser...
estranho do meu pensamento,
aparecendo ao fechar dos olhos,
tocando-me no coração,
iluminando-me a mente,
encantando-me o espírito,
abrindo-me a alma,
tu não existes no mundo externo,
existes num mundo interno,
o mundo em que vivo apenas na minha cama,
o mundo que aparece quando fecho algo,
quando apago a realidade,
é contigo que passo as noites,
é contigo que o meu coração se abre...
não és ninguém,
mas para mim és alguém,
esse mesmo ser que me acompanha de noite,
mas, que ninguém vê,
és aquele ser imaginário...
com que sonharei sempre,
até que os teus olhos se fechem...
para eu...
abrir os meus,
enfrentando assim o sol,
que faz culminar uma nova manhã...
de um novo dia;
Dando-me coragem para te abandonar,
dizendo-te apenas...até logo...
porque sei que te eide voltar a ver.
A sensibilidade é uma coisa bonita e aqui vejo sensibilidade. Por vezes temos de amar-nos a nós próprios e os sonhos, no calor da noite, são o veículo perfeito.
ResponderEliminarSaber e conseguir substituir um sonho desagradável por algo aprazível revela uma paz de espírito que afastou os fantasmas da escuridão. É bom, é agradável.
Continua a sonhar e obrigado por partilhares estes momentos íntimos com a comunidade internauta.
Nuno L.